Titan Engenharia

O fundador

O engenheiro que fecha o projeto é o mesmo que fica na planta até o start-up.

Engenharia desde 1998. Metalurgia de não ferrosos desde 2003. Projetos em 9 países — sempre com um único olhar responsável.

Marlon de Mendonça é engenheiro formado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais em 1998. Antes da graduação, já atuava em siderurgia e metalurgia, com foco em cerâmicas refratárias, pesquisa e desenvolvimento, qualidade, normatização de processos e treinamentos.

Desde então, dedica-se à metalurgia, com ênfase em não ferrosos a partir de 2003. Dinâmico, comprometido e ético, assegura o excelente andamento dos projetos com rigor técnico e persistência, independentemente do local de execução.

Retrato do Eng. Marlon de Mendonça

Formação

  • Engenharia Civil — PUC-MG (1998)
  • Especialização em Engenharia de Materiais
  • Especialização em Química Industrial
  • Especialização em Gerenciamento de Processos

Trajetória que construiu a Titan

  1. 1996–1998

    Alcoa

    Controle de qualidade, digestão de bauxita e fusão de alumínio.

  2. 1998–2002

    Togni S/A

    P&D de produtos e assistência técnica a siderúrgicas e fundições.

  3. 2002–2005

    Via Bella

    Design de processos e comissionamento de fornos de fusão.

  4. 2005–2008

    White Solder

    Formulação de ligas de solda e montagem eletrônica.

  5. 2008–2010

    TOR Participações

    Consultoria metalúrgica sênior.

  6. 2021–hoje

    Titan Engenharia

    Fundador e diretor técnico.

Liderança internacional

OrganizaçãoPapel
MMR MiningConsultor e CTO — maior produtora de estanho da África
National SolderConsultor — maior produtora de ligas de solda da África (África do Sul)
IQA — Instituto da Qualidade AutomotivaInstrutor em auditoria e qualidade total — ativo até hoje
AHK — Câmara de Comércio Brasil/AlemanhaMembro

Idiomas

Português (nativo) · Inglês (fluente) · Espanhol (fluente) · Alemão (em aprendizado) · Francês (em aprendizado)

Presença em campo

Eng. Marlon de Mendonça junto a um moinho de bolas — planta MMR, RDC
Bancada de minerais e terras raras rotulados

Manifesto do fundador

Bandeira do Brasil — Gigante pela própria natureza

Há mais de 30 anos, entrei numa planta de transformação mineral em Poços de Caldas, MG, e ali descobri, sem saber explicar, que aquele era o meu lugar no mundo. Era a hidrometalurgia da bauxita transformando minério em óxidos de alumínio e, mais adiante, na refinaria, transformando óxidos em metal puro — e eu, analista de laboratório químico, assistia àquele milagre da engenharia com uma alegria que misturava admiração e espanto. Ali eu já sabia. Ali estava o meu espírito.

Convivi com homens e mulheres que trabalhavam na INB – Industrias Nucleares do Brasil, mais tarde CNEN – Comissão Nacional de Energia Nuclear, e carregavam no peito o orgulho de servir a uma empresa nacional, com tecnologia de ponta e exemplar. Alguns deles estudaram comigo na faculdade de engenharia outros foram professores. Foi ali que aprendi o que nunca mais esqueci: riqueza mineral não é riqueza de verdade enquanto ela não se transforma em valor para o nosso próprio país.

Depois, vivenciei o mundo da siderurgia e da metalurgia — processos químicos, fornos de todos os tipos. E, já em Ribeirão Preto, migrei em 2002 para a metalurgia dos metais não ferrosos, numa empresa também nacional, da qual guardo até hoje o orgulho de ter feito parte.

Hoje, com os minerais críticos no centro da transição global — e o Brasil dono de reservas de classe mundial —, sinto que chegou a hora de dizer o que acredito: o Brasil precisa retomar a soberania das suas atividades mineralógicas, da sua agricultura e da sua indústria. Precisamos transformar a nossa riqueza aqui dentro, com respeito à natureza, com sustentabilidade de verdade — não no discurso, mas no processo.

Nós não estamos à venda! Nós não estamos perdidos. Acreditamos num Brasil justo, livre e autossustentável no seu profissionalismo, que busca parcerias internacionais para agregar conhecimento — nunca para entregar o que é nosso.

Já bastam os longos períodos em que o Brasil foi colônia e, como tal, explorado. Não vamos voltar atrás, nem seguir na míngua de políticas cegas. Defendemos o nosso patrimônio, a nossa terra e o nosso futuro. Acreditamos — e vamos construir — um Brasil soberano, próspero e respeitado no mundo.

Eng. Marlon de Mendonça — Fundador e Diretor Técnico